Música como profissão

Da edição
por: Régis Fabris
Data: 14/02/2019 | 15:07

Tiago Botelho, 22 anos, sempre esteve envolvido indiretamente com a música, já que o pai, Tavinho Botelho, possui uma empresa de sonorização de eventos. A aproximação fez com que a música também se tornasse algo mais forte e ainda mais presente na sua vida.

Ele somou a sonorização de eventos, a produção de shows e a vontade de criar e aplicar, inclusive, a física (ele é estudante de Engenharia Elétrica), e transformou a produção musical em profissão.

Além de trabalhar no estúdio próprio, Tiago mantém um projeto paralelo com a música, intitulado Bolth e focado em música eletrônica/DJ.

'Tive o prazer de lançar em diversas gravadoras de alto nível como Som Livre, Austro, Liboo, Universal Music e outras, junto com artistas que viraram amigos', destaca.

As produções estão disponíveis em plataformas online e a previsão é que, até julho, ocorram lançamentos mensais agendados. Tiago, inclusive, já bateu números expressivos no Spotify, tendo uma música na posição das 50 mais ouvidas no mundo pelo aplicativo.

Instagram e Facebook: @bolthmusic

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1, 2, 3...gravando! 


- O processo para gravar uma música depende se é um artista solo ou uma banda e inclui a captação dos instrumentos, edição, mixagem, masterização e parte burocrática.

 

- O tempo de gravação também é variável. Segundo o produtor Tiago Botelho, há casos em que uma música é produzida em 20 minutos, um dia, uma semana ou mesmo um mês. 'Nunca se acaba uma música. Se depender de ficar criando, o ciclo é infinito.'

 

- De acordo com ele, com relação à preparação do cantor para a gravação, o principal passo é se sentir em casa dentro do estúdio. 'O ambiente de gravação é tenso, com pressão. O papel do produtor musical é tentar tirar esse peso das costas do artista. A parte técnica sobre a voz costuma-se deixar para um fonoaudiólogo.'